Protesto por atraso na entrega do Manhattan Square

Protesto por atraso na entrega do Manhattan Square

Atraso na entrega do Manhattan Square: Adquirentes do Empreendimento Manhattan Square, com atraso na entrega,…

Atraso na entrega do Manhattan Square: Adquirentes do Empreendimento Manhattan Square, com atraso na entrega, fazem protesto na Av. Luis Vianna Filho (paralela) contra as construtoras oas/gafisa.


Reportagem vinculada no Bahia Meio Dia – Rede Bahia, no dia seis de julho de 2013.



Transcrição da Entrevista

Apresentadora: Dezenas de pessoas que compraram apartamentos em um condomínio da Avenida Paralela em Salvador fizeram hoje pela manhã um protesto com faixas e cartazes na região. Os moradores se queixam do atraso na entrega dos imóveis que já chega há dois anos.


Apresentador: Segundo os moradores além do atraso eles não têm acesso aos imóveis para fazer as vistorias e existem áreas comuns que ainda estão inacabadas. Os apartamentos custa entre R$ 250 mil á R$ 1 milhão e por causa da demora algumas famílias estão morando de aluguel.


Repórter: Olhando de longe os cinco prédios na paralela parecem prontos e não há sinais de operários trabalhando, vimos apenas uma mulher limpando uma janela. Na entrada do condomínio seguranças.


Só no mês passado Harley teve acesso pela primeira vez ao imóvel que comprou na planta em novembro de 2008 e tinha entrega prevista para março de 2011. O engenheiro civil já investiu R$ 70 mil e com o atraso de mais de dois anos na entrega do apartamento continuou morando com a sogra.


Na vistoria em junho ele observou muitos problemas no apartamento dois quartos do condomínio Tribeca.


Entrevistado 1: Encontrei vários serviços ainda pendentes, tanto nas áreas comuns, como nas áreas de escadas de circulação, eu vim em um dia que estava chovendo e vi vários problemas ainda nas áreas comuns e não temos expectativa de quando a obra vai terminar porque eles(construtora) simplesmente não dão uma posição pra gente.


Pelo que eu trabalhei desde que me formei foi para ter o meu apartamento, meu imóvel próprio e até hoje eu não tive direito a entrar.


Repórter: Este contador está com um apartamento de três quartos, no Soho quase quitado, já investiu mais de R$ 300 mil e também não recebeu da OAS/Gafisa previsão para entrega das chaves.


O que está faltando pra você ocupar o seu imóvel?


Entrevistado 2: Está faltando agora entregar a parte comum segundo eles, a área comum é que está com problemas.


Repórter: Qual foi o ultimo prazo que te deram?


Entrevistado 2: Até agora nenhum. Comprei uma coisa que era para ser entregue em março do ano passado e até agora não entregaram e em julho deste ano também nada.


Entrevistado 3: Foi escolhido um sindico e um conselho fiscal. Nós procuramos uma empresa para administrar o condomínio e esta empresa teria que procurar uma empresa para vistoriar as áreas comuns.


As áreas privadas nós mesmos já vistoriamos e essa empresa nos pediu mais 30 dias de prazo para vistoriar as áreas comuns e dar o laudo completo a OAS para a partir daí a OAS começar a fazer os reparos que ficaram pendentes.


Repórter: Indignados com o longo atraso os compradores usaram nariz de palhaço e fizeram um apitaço saindo da central de vendas até a entrada do condomínio. Ao todo são 954 famílias que compraram apartamentos de um, dois e três quartos avaliados entre R$ 250 mil e R$ 1 milhão. 100 compradores entraram na justiça contra as construtoras.


Em Junho 30 compradores tiveram a primeira vitória na justiça foi concedida uma liminar garantindo o direito a aluguel mensal de 1% sobre o valor do imóvel até a entrega das chaves, mas a liminar não esta sendo cumprida.


Henrique Guimarães: Além da reparação judicial que já está sendo feita, eles estão aqui se manifestando, porque querem mais do que receber a indenização, querem respeito e acima de tudo receber o imóvel que eles adquiram.


Apresentadora: Segundo a assessoria de imprensa da construtora a instalação do condomínio Soho está prevista para o dia 25 de julho, quando vai acontecer a entrega dos imóveis. A liminar concedida pela justiça determina uma multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento, mas segundo o advogado dos moradores a construtora recorreu da decisão.


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Publicado por Henrique Guimarães Advogados Associados

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